sábado, 4 de dezembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
"Doce Encontro"
em uma tarde se desfez.
Aquele embaraço do primeiro encontro
rompia nossa quase decisão.
Tão logo dois braços lhe apertaram
e te sentiram por inteiro,
e logo eram quatro, entrelaçados, se amando no chão.
E quatro braços, abraçados puramente
unindo dois corpos em um só amor, simplesmente
unindo desejos até então interrompidos pela distancia
unindo e libertando, carinhos indefinidos.
E toda aquela nossa duvida se fez silêncio
e no embaraço, nosso doce laço
nos teus lábios, o gosto do meu amor.
No seu suspiro o nosso encontro marcado pelo destino.
Nos seus olhos fulminantes, vejo, o prazer de quem tanto me quer.
Para RSM
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
"Nosso Tempo..."
Você me trouxe a paz de seus momentos
me deu razões para acreditar na beleza de certas coisas.
Você me fez poeta em seu reino
me fez ser possuído como quis...
mas não esqueça de me fazer feliz com sua presença...
este meu maior desejo...
Você me contou suas fraquezas,seu querer...
e até me abraçou em sonhos, coberto em prantos...
confessou que temia me perder.
Pois esta na hora...estamos perdendo tempo...
Você me trouxe versos que já tinha esquecido,sentimentos antigos...
me trouxe o riso que eu esperava...
então não deixe que tudo se perca no tempo...
Você me prometeu beijos eternos
me prometeu caricias ao anoitecer...
não deixe que todas as promessas se findem.
Por tudo que me deu até agora, me fez teu amante...
por tudo que me trouxe R., eu confessei e prometi
em voz alta e a mim mesmo
nem que me esqueça,eu sempre te amarei de alguma forma.
"Feliz"
Uma grande paixão
E não viver na solidão.
Feliz é quem tem uma lágrima por quem derramar.
É ter alguém de quem gostar
e recordações para lembrar.
Feliz é quem tem saudades
de um caso antigo...
de um amor amigo
E ainda sente felicidade.
Feliz é quem tem lembranças
dos mais graves erros
e das grandes vitórias...
E ainda ter esperanças...
Mas feliz mesmo
...é quem sente que é amado
e que nunca será esquecido...
por alguém que te ama.
Para RSM
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
DALIDA FOREVER

Quando sinto necessidade de buscar forças...algo que me motive à seguir em frente,sempre me lembro dela:DALIDA. Suas musicas que fascinaram tantos e ainda hoje é lembrada por uma legião de fãs...uma mulher especial. Hoje meu dia foi quase dedicada á ela,suas musicas me encantam...ainda não sei (ou talvez saiba), mas me identifico com alguns aspectos de sua vida... À você,leitor,que sentir no seu coração o sentimento mais puro e verdadeiro, da vida e do amor, saberá que mesmo ela estando longe dos nossos olhos, sentira sua magia tomar conta de você pedindo amor...
DALIDA, sua voz melodiosa embala minhas noites,acalma-me nas madrugadas e acompanha-me durante meus dias.
Filha de italianos, Dalida (Yolanda Christina Gigliotti) nasceu no Egito, em 17 de Janeiro de 1933. Seu pai era violinista de ópera. Desde menina, ela passou a receber lições de música. Em 1954, ganhou o concurso de Miss Egito. A seguir, mudou-se para Paris, onde tentou carreira como atriz de cinema. Seus filmes não fizeram sucesso e ela passou a cantar e gravar discos. Adotou, então, Dalida como pseudônimo. Seu segundo álbum, chamado “Bambino”, trouxe fama instantaneamente.
Em 1957, apresentou-se no Olympia de Paris, na abertura de um show de Charles Aznavour. Desde então, gravando em diversas línguas, fez excursões por todo o mundo. Os shows no Carnegie Hall, em Nova York, tiveram lotação esgotada.
A canção “Paroles, Paroles” contou com a participação do ator Alain Delon, então no auge do sucesso.
No universo que ela escolheu para conquistar, Dalida ocupou o primeiro lugar sem interrupção durante 30 anos ! Twist, rock, disco, canções declamadas, revistas, nenhum gênero fez face a Dalida. Em Roma, New York ou Saigon, nenhuma plateia resistiu.
Seus trabalhos venderam mais de 120 milhões de cópias, que lhe renderam 55 discos de ouro. Dalida foi a primeira cantora a conquistar um disco de diamante. Apesar da fama e do sucesso, ela teve uma triste vida, com casamentos problemáticos e muitas crises de depressão.
Em 3 de maio de 87 a diva decide pôr um fim à sua vida tomando uma overdose de pílulas para dormir, a Bela Adormecida finalmente cai em sono eterno. Dalida, que encontrou consolo de seus dramas pessoais apenas nos braços dos fãs deixa um bilhete: “Perdoem-me, mas a vida é insuportável para mim.” Transformei suas canções no meu porto seguro, minha válvula de escape,meu caminho de fuga, meu ponto de plenitude... Você esteve presente em todos os momentos da minha vida: bons ou difíceis, alegres ou tristes, felizes ou desesperados. Infelizmente, você se foi, DALIDA. Mas deixou dentro de mim o consolo e a certeza de saber que a sua voz permanecerá, para sempre, confortando-me na velhice, até a minha morte, porque meu amor por você é eterno.

Mourir sur scène Morrer em cena
Dalida Dalida
Viens, mais ne viens pas quand je serai seule Venha, mas não venha quando eu estiver sozinha
Quand le rideau un jour tombera Quando a cortina cair um dia
Je veux qu'il tombe derrière moi Eu quero que ela caia atrás de mim
Viens, mais ne viens pas quand je serai seul Venha, mas não venha quando eu estiver sozinha
Moi qui ai tout choisi dans ma vie Eu que escolhi tudo na minha vida
Je veux choisir ma mort aussi Eu quero escolher a minha morte também
Il y a ceux qui veulent mourir un jour de pluie Há aqueles que querem morrer em dia de chuva
Et d'autres en plein soleil E outros em pleno sol
Il y a ceux qui veulent mourir seuls dans un lit Há aqueles que querem morrer sozinho na cama
Tranquilles dans leur sommeil Quietos em seu sono
Moi je veux mourir sur scène Eu quero morrer em cena
Devant les projecteurs Com projetores à frente
Oui je veux mourir sur scène Sim, eu quero morrer em cena
Le c?ur ouvert tout en couleurs O coração aberto a todas as cores
Mourir sans la moindre peine Morrer sem a mínima dor
Au dernier rendez-vous No último espetáculo
Moi je veux mourir sur scène Eu quero morrer em cena
En chantant jusqu'au bout Cantar ao fim
Viens, mais ne vient pas quand je serai seule Venha, mas não quando eu estiver sozinha
Tous les deux on se connaît déjà Nós dois já nos conhecemos
On s'est vu de près souviens-toi Foi só lembrar
Choisis plutôt un soir de gala Escolha uma noite de gala
Si tu veux danser avec moi Se você quiser dançar comigo
Ma vie a brûlé sous trop de lumières Minha vida bronzeada de tanta luz
Je ne peux pas partir dans l'ombre Eu não posso ir à sombra
Moi je veux mourir fusillée de lasers Eu quero morrer com tiros de laser
Devant une salle comble Diante de uma platéia lotada
Mourir sans la moindre peine Morrer sem a mínima dor
Au dernier rendez-vous No ultimo espetáculo
Moi je veux mourir sur scène Eu quero morrer em cena
En chantant jusqu'au bout Cantar até o fim
Musique Musica
Mourir sans la moindre peine Morrer sem a mínima dor
D'une mort bien orchestrée Em uma morte bem orquestrada
Moi, je veux mourir sur scène Eu quero morrer em cena
C'est là que je suis née. Este é o lugar onde eu nasci
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Composição: Frejat
Eu procuro um amor
que ainda não encontrei
diferente de todos que amei
Nos seus olhos quero descobrir
uma razão para viver
e as feridas dessa vida
eu quero esquecer
Pode ser que eu a encontre
numa fila de cinema
numa esquina ou numa mesa de bar
Procuro um amor
que seja bom pra mim
vou procurar, eu vou até o fim
E eu vou tratá-la bem
pra que ela não tenha medo
quando começar a conhecer
os meus segredos
Eu procuro um amor
uma razão para viver
e as feridas dessa vida
eu quero esquecer
Pode ser que eu gagueje
sem saber o que falar
mas eu disfarço
e não saio sem ela de lá
Procuro um amor
que seja bom pra mim
vou procurar, eu vou até o fim
Isso é uma lição: Muitas pessoas procuram amores e não sabem que tem um bem debaixo de seus pés... As vezes é preciso se distanciar e saber que perdeu um amor pra ver o quanto era precioso... Mas se você perder lute pra conquista-lo de volta.....
Essa música tem muito a ver com alguns de nós. Passamos a vida sempre sonhando com algo muito além do que podemos alcançar, idealizamos amores impossíveis, perfeitos, e por isso mesmo nos desiludimos facilmente. Nunca desista de procurar um grande amor, que muitas vezes, pode estar do seu lado.
terça-feira, 20 de julho de 2010
" O Tempo Não Para" - " The Time Doesn't Stop"

Nada casa tão bem com esta data como a letra de "O Tempo Não Para" de Cazuza. Como diz o poeta: "Sou um cara cansado de correr na direção...Eu não tenho data pra comemorar,as vezes os meus dias são de par em par,procurando uma agulha num palheiro..." Hoje eu entendo...com perfeição de quem percebe que o tempo...ele não para.
Nothing home as well with this date as the letter of "No Time For" by Cazuza.
As the poet says: "I am a guy tired of running in the direction ... I have no occasion to celebrate, sometimes my days are well alongside, looking for a needle in a haystack ..."
Today ... I understand perfectly who realizes that time ... he does not stop.
O Tempo Não Pára
Cazuza
Composição: Cazuza / Arnaldo BrandãoDisparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara
Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando uma agulha num palheiro
Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta