sexta-feira, 9 de julho de 2010
"Morre, o amor?"
O amor é cena de um só ato. Não há vantagens em amar novamente. Tudo será apenas a sequência do último amor. Não há amor que termine. Todos os amores duram para sempre. Todo amor é eterno. Só se ama uma vez. Uma vez até pensei que o sempre sempre acaba. Mas quando se ama, se alucina, delira, cria febre e nostalgia... quando o amor se perde. Mas não há caminho só de ida. Toda ação tem um reação. O amor que vai também volta. Ele fica. Cria raíz. Quem me diz que o amor um dia morre, que pobre, que poeta pobre, alguém que não teve um grande amor. Falo do amor que tive, que se foi o personagem, mas seu fruto apodrecido estercou meu coração! Ah, que saudades que me dá quando lembro daquele tempo... o amor está contigo toda vez que pensa nele. No ser que se foi, mas embora, certamente, ele ainda está em ti, assim como teve se lembrado do seu amor que se foi neste momento, mas que o amaste e somente ele deixaste a lembrnaça permanente em ti de que só se ama uma vez.